Mochilar é impreciso

navegar é preciso – viver não é preciso – mochilar, então, virge maria
 
 

Arquivo para a categoria 'Pequenos'

Melô do mochileiro eletrônico

• 14/09/2008 • Deixe um comentário

Publicado em Pequenos


Brasil Empírulas 16 – a pilha de livros sujos na pia

• 7/09/2008 • Deixe um comentário

Publicado em Gentes que tem por aí, Pequenos


Diálogos baianos

• 28/08/2008 • Deixe um comentário

Publicado em Gentes que tem por aí, O mundo. Todo ele., Pequenos


Tô em Salvador

• 24/08/2008 • Deixe um comentário

Publicado em O mundo. Todo ele., Pequenos


E as luas que têm feito nesses dias desses

• 24/08/2008 • Deixe um comentário

Publicado em Lirismo com ou sem putaria, Pequenos


Da série Grandes Questionamentos Universais

• 17/08/2008 • Deixe um comentário

Publicado em Gentes que tem por aí, Pequenos


Compendium de realidade – verbete “B”

• 17/08/2008 • Deixe um comentário

Publicado em Pequenos, Visão crítica acerca da realidade


Da série Grandes Questionamentos Universais

• 17/08/2008 • Deixe um comentário

Publicado em Pequenos, Visão crítica acerca da realidade


Medo

• 17/08/2008 • Deixe um comentário

Publicado em Gentes que tem por aí, Pequenos


Narrativa digital

• 17/08/2008 • Deixe um comentário

Publicado em O mundo. Todo ele., Pequenos


Itens anteriores

Arquivos

 

Dezembro 2009
D S T Q Q S S
« Nov    
 12345
6789101112
13141516171819
20212223242526
2728293031  

Categorias

  • Gentes que tem por aí (34)
  • Grandes (21)
  • Jornaleiras (6)
  • Lirismo com ou sem putaria (19)
  • Médios (23)
  • Nonsensidelia (10)
  • O mundo. Todo ele. (44)
  • Pequenos (46)
  • Putaria com ou sem lirismo (4)
  • tcçovas (24)
  • Uncategorized (5)
  • Visão crítica acerca da realidade (8)
  • Visceralidade posta fora (18)

Cantiga de Malazarte

Eu sou o olhar que penetra nas camadas do mundo,
ando debaixo da pele e sacudo os sonhos.
Não desprezo nada que tenha visto,
todas as coisas se gravam pra sempre na minha cachola.

Toco nas flores, nas almas, nos sons, nos movimentos, destelho as casas penduradas na terra,
tiro os cheiros dos corpos das meninas sonhando.

Desloco as consciências,
a rua estala com os meus passos,
e ando nos quatro cantos da vida.

Consolo o herói vagabundo, glorifico o soldado vencido,
não posso amar ninguém porque sou o amor,
tenho me surpreendido a cumprimentar os gatos
e a pedir desculpas ao mendigo.

Sou o espírito que assiste à Criação
e que bole em todas as almas que encontra.

Múltiplo, desarticulado, longe como o diabo.

Nada me fixa nos caminhos do mundo.

Murilo Mendes
 

Tenha um blog grátis no WordPress.com. Tema: ChaoticSoul por Bryan Veloso.