Mochilar é impreciso

navegar é preciso – viver não é preciso – mochilar, então, virge maria
 
 

Arquivo para a categoria 'O mundo. Todo ele.'

O erê no mato

• 28/10/2008 • 2 Comentários

Publicado em Gentes que tem por aí, Grandes, Lirismo com ou sem putaria, O mundo. Todo ele., Visceralidade posta fora


Diálogos baianos

• 28/08/2008 • Deixe um comentário

Publicado em Gentes que tem por aí, O mundo. Todo ele., Pequenos


Ofendendo as instituições

• 24/08/2008 • Deixe um comentário

Publicado em Gentes que tem por aí, Grandes, O mundo. Todo ele.


Tô em Salvador

• 24/08/2008 • Deixe um comentário

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País Verde

• 17/08/2008 • 1 Comentário

Publicado em Gentes que tem por aí, Grandes, Lirismo com ou sem putaria, O mundo. Todo ele., Visceralidade posta fora


Compendium de realidade – Verbetes M e R

• 17/08/2008 • Deixe um comentário

Publicado em Grandes, O mundo. Todo ele., Visão crítica acerca da realidade


Identidade Nacional

• 17/08/2008 • Deixe um comentário

Publicado em Médios, O mundo. Todo ele.


Narrativa digital

• 17/08/2008 • Deixe um comentário

Publicado em O mundo. Todo ele., Pequenos


O Word Vista acessa na internet uma página de ajuda da Microsoft para avisar que você está com problemas na sua rede

• 17/08/2008 • 1 Comentário

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Crônica do interior do Pará

• 17/08/2008 • Deixe um comentário

Publicado em Médios, Nonsensidelia, O mundo. Todo ele.


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Cantiga de Malazarte

Eu sou o olhar que penetra nas camadas do mundo,
ando debaixo da pele e sacudo os sonhos.
Não desprezo nada que tenha visto,
todas as coisas se gravam pra sempre na minha cachola.

Toco nas flores, nas almas, nos sons, nos movimentos, destelho as casas penduradas na terra,
tiro os cheiros dos corpos das meninas sonhando.

Desloco as consciências,
a rua estala com os meus passos,
e ando nos quatro cantos da vida.

Consolo o herói vagabundo, glorifico o soldado vencido,
não posso amar ninguém porque sou o amor,
tenho me surpreendido a cumprimentar os gatos
e a pedir desculpas ao mendigo.

Sou o espírito que assiste à Criação
e que bole em todas as almas que encontra.

Múltiplo, desarticulado, longe como o diabo.

Nada me fixa nos caminhos do mundo.

Murilo Mendes
 

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