Mochilar é impreciso

navegar é preciso – viver não é preciso – mochilar, então, virge maria
 
 

Arquivo para Agosto 17th, 2008

O dia dos 12 posts

• 17/08/2008 • 1 Comentário

Publicado em Uncategorized


Atualização sobre o cabelo

• 17/08/2008 • Deixe um comentário

Publicado em Gentes que tem por aí


País Verde

• 17/08/2008 • 1 Comentário

Publicado em Gentes que tem por aí, Grandes, Lirismo com ou sem putaria, O mundo. Todo ele., Visceralidade posta fora


Compendium de realidade – Verbetes M e R

• 17/08/2008 • Deixe um comentário

Publicado em Grandes, O mundo. Todo ele., Visão crítica acerca da realidade


Da série Grandes Questionamentos Universais

• 17/08/2008 • Deixe um comentário

Publicado em Gentes que tem por aí, Pequenos


Carta aberta ao senhor Daniel da Rocha Ivo Lins

• 17/08/2008 • 1 Comentário

Publicado em Gentes que tem por aí, Grandes, Visceralidade posta fora


Compendium de realidade – verbete “B”

• 17/08/2008 • Deixe um comentário

Publicado em Pequenos, Visão crítica acerca da realidade


Da série Grandes Questionamentos Universais

• 17/08/2008 • Deixe um comentário

Publicado em Pequenos, Visão crítica acerca da realidade


Essa formatação de merda do wordpress

• 17/08/2008 • Deixe um comentário

Publicado em Uncategorized


Minha namorada sem-terrinha

• 17/08/2008 • 1 Comentário

Publicado em Lirismo com ou sem putaria, Médios


Itens anteriores

Arquivos

 

Agosto 2008
D S T Q Q S S
« Jul   Set »
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
24252627282930
31  

Categorias

  • Gentes que tem por aí (34)
  • Grandes (21)
  • Jornaleiras (6)
  • Lirismo com ou sem putaria (19)
  • Médios (23)
  • Nonsensidelia (10)
  • O mundo. Todo ele. (44)
  • Pequenos (46)
  • Putaria com ou sem lirismo (4)
  • tcçovas (23)
  • Uncategorized (5)
  • Visão crítica acerca da realidade (8)
  • Visceralidade posta fora (18)

Cantiga de Malazarte

Eu sou o olhar que penetra nas camadas do mundo,
ando debaixo da pele e sacudo os sonhos.
Não desprezo nada que tenha visto,
todas as coisas se gravam pra sempre na minha cachola.

Toco nas flores, nas almas, nos sons, nos movimentos, destelho as casas penduradas na terra,
tiro os cheiros dos corpos das meninas sonhando.

Desloco as consciências,
a rua estala com os meus passos,
e ando nos quatro cantos da vida.

Consolo o herói vagabundo, glorifico o soldado vencido,
não posso amar ninguém porque sou o amor,
tenho me surpreendido a cumprimentar os gatos
e a pedir desculpas ao mendigo.

Sou o espírito que assiste à Criação
e que bole em todas as almas que encontra.

Múltiplo, desarticulado, longe como o diabo.

Nada me fixa nos caminhos do mundo.

Murilo Mendes
 

Tenha um blog grátis no WordPress.com. Tema: ChaoticSoul por Bryan Veloso.